(Autor: Eduardo Grigorio & Edney Oliveira)
“É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso
sonho, de observar com atenção a vida real, de
confrontar a observação com o nossas fantasias. Sonhos
acredite neles."
Vladmir Lenin
As necessidades do plano de negócios para sobrevivência das empresas
Para iniciar um empreendimento, uma boa idéia não necessário o suficiente;
para transformar a idéia, que é abstrata, em algo concreto, de tal forma que
aponte suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, permitindo, assim,
uma melhor análise da oportunidade de negócio. É preciso estudar
antecipadamente as ações que serão realizadas e colocando-as em prática e
seus os objetivos que se pretende atingir.
Uma das mais eficientes ferramentas de gestão, é o plano de negócio, que
reúne informações preparadas de forma organizada e rotineira sobre todos os
aspectos do negócio seja qual for o seguimento de uma organização.
Para analisar a relevância do planejamento na abertura de um
empreendimento como fator crítico para a sobrevivência. Pretende-se mostrar
a importância do plano de negócio na gestão da empresa considera-se o
planejamento, a organização e a coordenação das ações antes da abertura de
uma empresa muito importante, como também, para auxiliar no gerenciamento
e desenvolvimento negócio.
Os critérios quantitativo referente aos gastos de entrada e saída ou seja,
número de empregados, valor de faturamento bruto anual, ativos fixos, capital e
reservas, que são econômicos e os critérios de usar no trabalho próprio ou uso
para fins familiares, pouca ou nenhuma divisão social e técnica do trabalho,
incorporando o do processo técnico, falta de poder de nas negociações para a
compra e venda que mostram a melhor estrutura de uma organização e estilo
de gestão da empresa.
Analisando esses critérios, podem ser eficazes e utilizados de forma eficaz.
Para Rattner (1985, p. 23-24), a passagem de uma dimensão para outra
(pequena - média - grande) implica em mudanças qualitativas na estrutura da
empresa e num aprofundamento da divisão de trabalho, técnica e social, na
unidade produtiva.
O número de pequenas empresas aumenta a cada ano, continuando a ocupar
lugar de destaque no cenário econômico dos países. Fato evidenciado pela
competição internacional das grandes e médias empresas, mas principalmente
da infinidade de pequenas empresas que fazem da sua especialização,
flexibilidade e intuição empresarial a base de sua vantagem competitiva,
ocupando espaços disponíveis no mercado mundial que vem crescendo,
graças ao aumento do grau de personalização e flexibilidade dos produtos, dos
processos e das relações, que seguem a evolução da demanda orientada às
necessidades mais sofisticadas, e á evolução da tecnologia "em rede".
Segundo o SEBRAE/NA utilizando o critério quantitativo de empregados e a
Legislação em vigor com base no faturamento bruto anual Lei nº 9.841 de
05/10/1999, que instituiu o Estatuto das micro e Pequenas Empresas. Talvez
seja melhor unir os dois critérios quantitativos (número de empregados e o
faturamento),
A formação de redes entre as empresas é organizada em cinco tipos
diferentes, que são: redes de produtores, fornecedores, coalizões padrão,
clientes, cooperação tecnológica
No mundo da economia globalizada, o ambiente é competitivo, há
necessidades das empresas, de pequeno porte, trabalham em conjunto,
utilizando recursos financeiros, materiais, tecnológicos, humanos, informações
e conhecimento, criando redes inter-relacionadas ou seja parcerias
possibilitando o desenvolvimento econômico das regiões onde são formadas.
Para iniciar um empreendimento, uma boa idéia não necessário o suficiente;
para transformar a idéia, que é abstrata, em algo concreto, de tal forma que
aponte suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, permitindo, assim,
uma melhor análise da oportunidade de negócio. É preciso estudar
antecipadamente as ações que serão realizadas e colocando-as em prática e
seus os objetivos que se pretende atingir.
Uma das mais eficientes ferramentas de gestão, é o plano de negócio, que
reúne informações preparadas de forma organizada e rotineira sobre todos os
aspectos do negócio seja qual for o seguimento de uma organização.
Para analisar a relevância do planejamento na abertura de um
empreendimento como fator crítico para a sobrevivência. Pretende-se mostrar
a importância do plano de negócio na gestão da empresa considera-se o
planejamento, a organização e a coordenação das ações antes da abertura de
uma empresa muito importante, como também, para auxiliar no gerenciamento
e desenvolvimento negócio.
Os critérios quantitativo referente aos gastos de entrada e saída ou seja,
número de empregados, valor de faturamento bruto anual, ativos fixos, capital e
reservas, que são econômicos e os critérios de usar no trabalho próprio ou uso
para fins familiares, pouca ou nenhuma divisão social e técnica do trabalho,
incorporando o do processo técnico, falta de poder de nas negociações para a
compra e venda que mostram a melhor estrutura de uma organização e estilo
de gestão da empresa.
Analisando esses critérios, podem ser eficazes e utilizados de forma eficaz.
Para Rattner (1985, p. 23-24), a passagem de uma dimensão para outra
(pequena - média - grande) implica em mudanças qualitativas na estrutura da
empresa e num aprofundamento da divisão de trabalho, técnica e social, na
unidade produtiva.
O número de pequenas empresas aumenta a cada ano, continuando a ocupar
lugar de destaque no cenário econômico dos países. Fato evidenciado pela
competição internacional das grandes e médias empresas, mas principalmente
da infinidade de pequenas empresas que fazem da sua especialização,
flexibilidade e intuição empresarial a base de sua vantagem competitiva,
ocupando espaços disponíveis no mercado mundial que vem crescendo,
graças ao aumento do grau de personalização e flexibilidade dos produtos, dos
processos e das relações, que seguem a evolução da demanda orientada às
necessidades mais sofisticadas, e á evolução da tecnologia "em rede".
Segundo o SEBRAE/NA utilizando o critério quantitativo de empregados e a
Legislação em vigor com base no faturamento bruto anual Lei nº 9.841 de
05/10/1999, que instituiu o Estatuto das micro e Pequenas Empresas. Talvez
seja melhor unir os dois critérios quantitativos (número de empregados e o
faturamento),
A formação de redes entre as empresas é organizada em cinco tipos
diferentes, que são: redes de produtores, fornecedores, coalizões padrão,
clientes, cooperação tecnológica
No mundo da economia globalizada, o ambiente é competitivo, há
necessidades das empresas, de pequeno porte, trabalham em conjunto,
utilizando recursos financeiros, materiais, tecnológicos, humanos, informações
e conhecimento, criando redes inter-relacionadas ou seja parcerias
possibilitando o desenvolvimento econômico das regiões onde são formadas.
Fonte: SEBRAE
Link: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:PBh-XEy1kAEJ:www.sebraepb.com.br:8080/bte/download/Gest%25C3%25A3o/Planejamento/120_1_arquivo_planeje.pdf+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
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