quinta-feira, 16 de abril de 2015

A necessidade do Plano de Negócio para a sobrevivência das Empresas

(Autor: Eduardo Grigorio & Edney Oliveira)

“É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso
sonho, de observar com atenção a vida real, de
confrontar a observação com o nossas fantasias. Sonhos
acredite neles."
Vladmir Lenin


As necessidades do plano de negócios para sobrevivência das empresas

Para iniciar um empreendimento, uma boa idéia não necessário o suficiente;

para transformar a idéia, que é abstrata, em algo concreto, de tal forma que

aponte suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, permitindo, assim,

uma melhor análise da oportunidade de negócio. É preciso estudar

antecipadamente as ações que serão realizadas e colocando-as em prática e

seus os objetivos que se pretende atingir.

Uma das mais eficientes ferramentas de gestão, é o plano de negócio, que

reúne informações preparadas de forma organizada e rotineira sobre todos os

aspectos do negócio seja qual for o seguimento de uma organização.

Para analisar a relevância do planejamento na abertura de um

empreendimento como fator crítico para a sobrevivência. Pretende-se mostrar

a importância do plano de negócio na gestão da empresa considera-se o

planejamento, a organização e a coordenação das ações antes da abertura de

uma empresa muito importante, como também, para auxiliar no gerenciamento

e desenvolvimento negócio.

Os critérios quantitativo referente aos gastos de entrada e saída ou seja,

número de empregados, valor de faturamento bruto anual, ativos fixos, capital e

reservas, que são econômicos e os critérios de usar no trabalho próprio ou uso

para fins familiares, pouca ou nenhuma divisão social e técnica do trabalho,

incorporando o do processo técnico, falta de poder de nas negociações para a

compra e venda que mostram a melhor estrutura de uma organização e estilo

de gestão da empresa.

 Analisando esses critérios, podem ser eficazes e utilizados de forma eficaz.

Para Rattner (1985, p. 23-24), a passagem de uma dimensão para outra

(pequena - média - grande) implica em mudanças qualitativas na estrutura da

empresa e num aprofundamento da divisão de trabalho, técnica e social, na

unidade produtiva.

O número de pequenas empresas aumenta a cada ano, continuando a ocupar

lugar de destaque no cenário econômico dos países. Fato evidenciado pela

competição internacional das grandes e médias empresas, mas principalmente

da infinidade de pequenas empresas que fazem da sua especialização,

flexibilidade e intuição empresarial a base de sua vantagem competitiva,

ocupando espaços disponíveis no mercado mundial que vem crescendo,

graças ao aumento do grau de personalização e flexibilidade dos produtos, dos

processos e das relações, que seguem a evolução da demanda orientada às

necessidades mais sofisticadas, e á evolução da tecnologia "em rede".

Segundo o SEBRAE/NA utilizando o critério quantitativo de empregados e a

Legislação em vigor com base no faturamento bruto anual Lei nº 9.841 de

05/10/1999, que instituiu o Estatuto das micro e Pequenas Empresas. Talvez

seja melhor unir os dois critérios quantitativos (número de empregados e o

faturamento),

A formação de redes entre as empresas é organizada em cinco tipos

diferentes, que são: redes de produtores, fornecedores, coalizões padrão,

clientes, cooperação tecnológica

No mundo da economia globalizada, o ambiente é competitivo, há

necessidades das empresas, de pequeno porte, trabalham em conjunto,

utilizando recursos financeiros, materiais, tecnológicos, humanos, informações

e conhecimento, criando redes inter-relacionadas ou seja parcerias

possibilitando o desenvolvimento econômico das regiões onde são formadas.









Fonte: SEBRAE
Link:  http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:PBh-XEy1kAEJ:www.sebraepb.com.br:8080/bte/download/Gest%25C3%25A3o/Planejamento/120_1_arquivo_planeje.pdf+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Nenhum comentário:

Postar um comentário